Lula e as eleições americanas
No CQC da Band de ontem, depois de falar com diversos políticos, o repórter perguntou a Lula qual o seu candidato a presidente nos EUA.
Bem, se havia alguma dúvida, não há mais:
No CQC da Band de ontem, depois de falar com diversos políticos, o repórter perguntou a Lula qual o seu candidato a presidente nos EUA.
Bem, se havia alguma dúvida, não há mais:
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Luiz Domingos
às
16:24
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Marcadores: eleições EUA
Para consultar a base da pesquisa:
http://www.cnm.org.br/eleicao/br_eleicao.asp
Para consultar resumo do perfil:
http://www.fabiocampana.com.br/?p=11010#more-11010
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Adriano Codato
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15:21
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Marcadores: elites políticas, municípios
Getúlio Vargas matou-se em 24 de agosto de 1954. Sei que já passou mais de uma semana dos 54 anos da morte do caudilho, mas vale a lembrança. A sua morte já recebeu várias versões. Uns dizem que não foi suicídio, que ele foi morto, outros argumentam que ele matou-se para evitar um golpe militar. Versões de fato, não faltam. Também não faltam razões para compreendermos porque Getúlio Vagas é o maior nome de nossa história. A revolução de 30, liderada por ele, talvez tenha sido o momento mais importante do século XX para os brasileiros. O processo de centralização resultante da vitória da Aliança Liberal unificou uma confederação de estados num país. Surge então o estado moderno e a idéia que nós temos do Brasil de hoje. O Leviatã raquítico transformou-se naquele monstro que Hobbes alude em seu livro mais que clássico. Além dessas conseqüências, sob Getúlio os brasileiros conheceram a organização de classes, tanto patronais quanto de trabalhadores, o populismo, o inicio da industrialização e a Petrobrás. Também sentiram, na tortura do proto fascista Estado Novo, a ditadura, a perseguição e a repressão a todo e qualquer tipo de liberdade. Mas o principal legado dessa figura controversa foi a idéia de um Brasil grande. Ela tem encantado políticos, partidos e movimentos sociais, que de diferentes formas e através de várias ideologias, aludem à herança do ditador. É verdade que na maioria das vezes negam qualquer influência advinda das realizações de Vargas, porém negar é inútil. Expressões como nacional-desenvolvimentismo, nacional-popular, nacionalismo reformista, entre outras, tão comuns nos programas dos partidos e na boca dos políticos, têm sua raiz nessa figura, que até hoje e por razões plausíveis (até porque se trata de um ditador), não sabemos se admiramos ou rejeitamos. E será difícil tomarmos uma decisão. O varguismo continua causando asco em alguns setores, desde liberais, que, concordemos ou não, possuem um projeto de pais. Até aqueles que se aferraram no complexo de vira-latas, também presentes no sistema político. Mas Getúlio continua encantando, até porque ele não para de reencarnar. Reencarnou em Jango e agora
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André Ziegmann
às
23:09
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Marcadores: conjuntura política, Getúlio Vargas
A especialidade deste blog nunca foi a agilidade em noticiar fatos da agenda política. Não há blogueiros de plantão...
Por isso, não dá para contemplar a imensidão de novidades da política, sobretudo as disputas eleitorais e as esquisitices diárias do horário eleitoral.
Deixamos só os vínculos para os resultados das rodadas eleitorais em Curitiba, do Datafolha. Para acompanhar as pesquisas das capitais e das principais cidades, além do próprio Datafolha, o blog do Fernando Rodrigues apresenta muitos resultados, diversas cidades, vários institutos.
Para notícias muito frescas e comentários (nem sempre muito imparciais) sobre a política e as eleições em Curitiba, há o blog do Fábio Campana.
Sugestões de fontes paralelas são bem vindas.
Postado por
Luiz Domingos
às
11:45
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... Falando em dados lançados por um governo:
Via Gazeta do Povo.
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Luiz Domingos
às
10:47
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Emerson Urizzi Cervi*
Está é uma compilação de informações sobre gastos com imprensa pelo governo do Paraná nos oito anos de governo Lerner e quatro primeiros de Requião, disponíveis na página do governo do estado aqui.
GASTOS COM JORNAIS DIÁRIOS
GASTOS COM TVs
GASTOS COM RÁDIOS
GASTOS COM COMUNICADORES
TOTAL GERAL
(inclui outdoors, fornecedores, produtoras e gráficas)
Algumas observações:
a) primeiro, é preciso considerar que as informações foram organizadas pelo atual governo do Paraná, que é ator interessado.
b) segundo, não há informações sobre gastos nos últimos dois anos de governo Requião porque, segundo o próprio, nesse período não foi investido um tostão em mídia (?).
c) Pelas informações, percebe-se uma redução significativa nos gastos do governo com imprensa, no entanto, ela não foi acompanhada de dois efeitos esperados caso as hipóteses do "poder da mídia sobre o público", e da "dependência financeira da mídia em relação ao Estado", fossem fortes. São elas:
1 - se a mídia é um ator interessado e tem poder de organização/direção do debate público, então, após seis anos de campanha contra o atual governo, este deveria estar com índices negativos de aprovação pública. Isso não é verdade. Se por um lado caiu a aprovação do governo Requião nos últimos dois anos, ele continua positivo, e - mais importante - em melhores condições que a primeira metade do segundo governo Lerner - com gastos superiores em mídia - confira abaixo os dados sobre aprovação dos governadores.
2 - se a mídia depende tanto das verbas públicas para se sustentar, então porque nos últimos seis anos não vimos uma verdadeira crise/falência múltipla dos órgãos (desculpe, não resisti ao trocadilho) de imprensa? Minha resposta provisória/incompleta/precária a essas questões é que os meios de comunicação não têm o poder de mobilização social que autoproclamam ter. A disputa de visibilidade na mídia por parte das elites políticas tem relação mais direta com o "ego" do governante do que com debate público propriamente dito. Além disso, os dados permitem especular que os recursos públicos destinados à mídia não necessariamente chegam ao financiamento das atividades de imprensa. É muito provável que eles "fiquem" pelo meio do caminho, pois a produção informativa dos meios de comunicação paranaenses continua existindo, como antes, a despeito do volume de recursos destinado ao setor. Creio na existência de muitos "atravessadores" aqui, também.
Por fim, apenas como nota de roda-pé. O que impressiona ao acompanhar a apresentação dos dados pelo governador Requião, como prova de uma mudança radical de postura de governo, é ver ao lado do atual governador o ex-secretário de comunicação do governo Lerner, deputado Rafael Greca. Ou seja: "muda, pero no mucho".
Avaliação dos governadores:
Percentagem de "Ótimo e Bom" - avaliação positiva
Lerner
Datafolha jun - 1999 - 52%
Datafolha dez - 2002 - 28%
Requião
Datafolha - dez - 2002 (expectativa antes da posse) - 75%
Datafolha - dez - 2003 (primeiro ano de governo) - 59%
Requião tem caído ao longo do mandato, porém, ainda bastante acima do final do governo Lerner - embora seja necessário considerar que faltam dois anos de mandato para Requião. Só em 2010 poderemos comparar de fato com a avaliação de Lerner em dezembro de 2002.
Emerson Urizzi Cervi é professor do Departamento de Comunicação da UEPG e do Departamento de Ciências Sociais da UFPR.
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Luiz Domingos
às
09:34
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Marcadores: imprensa
Blog do Grupo de Análise de Conjuntura Política do Núcleo de Pesquisa